“Certa mulher muito humilde, recebeu uma carta de Jesus; na carta dizia que Jesus á visitaria, e que ela deveria se preparar, por que Ele havia de chegar. Então rapidamente a mulher pegou as únicas moedas que tinha e correu até a padaria e comprou um franco assado e 3 pães, para que Jesus pudesse comer quando chegasse a sua casa. No caminho de volta pra sua casa, a mulher se deparou com um mendigo, sentado e implorando que lhe dessem algo para comer; imediatamente a mulher abriu a sacolinha e lhe deu os pães e o frango, e depois foi pra casa. No caminho de volta ela pensava no que ia fazer, pois já que havia gastado suas únicas moedas. Chegando em casa ela abriu sua caixinha de correio e havia chegado outra carta de Jesus, na carta dizia: ‘Filha, muito obrigada pelo lanche, estava muito bom.”
“Eu sei como é tudo isso. Eu sei como é se segurar e deixar para chorar só quando chegar em casa, debaixo do chuveiro pra ninguém perceber. Eu sei como é refletir sobre a vida antes de dormir e se certificar de que ninguém está te ouvindo, para começar a soluçar. Eu sei o quanto é cansativo, correr atrás de alguém que sequer se importa com você. Eu sei o quanto é doloroso fingir que vai ao banheiro só pra lavar o rosto e se recompor. Eu sei como é ter os olhos úmidos e aquele medo de não conseguir ser forte o suficiente para segurar as lágrimas em público. Eu sei como é sentir aquele nó enorme na garganta, que sufoca, que asfixia, que não tem como não desabar. Eu sei como é sentar na cama, pegar o travesseiro e chorar horas, por motivos que já deveriam ser esquecidos. Eu sei o quanto é difícil sorrir quando a maior vontade é chorar. Acredite, eu realmente sei como é tudo isso. E confesso, não é nada fácil.”
“Amor não diminui, não se desfaz, não se perde. Amor que é amor, apesar das lutas, se mantém firme.”